NOZ DA ÍNDIA KIT COM 12 SEMENTES - FOCO ALTERNATIVO

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NOZ DA ÍNDIA KIT COM 12 SEMENTES - FOCO ALTERNATIVO

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NOZ DA ÍNDIA OU SEMENTE DA ÍNDIA
Princípios ativos tóxicos: glicosídeos cardioativos (tevetina, tevetoxina, neriifolina)
A ingestão das sementes pode causar primariamente distúrbios digestivos como náuseas, vômitos e eritema das
mucosas bucal e digestiva. Os distúrbios cardíacos graves são relatados apenas em casos de ingestão de mais cinco
sementes de uma só vez. Prabahadankar et al. (1993) relatam que a dose fatal é de oito a dez sementes para os adultos e de
cinco a oito sementes para crianças. A mortalidade por intoxicação acidental com Aleurites moluccana é raramente citada na
literatura. A toxidez do vegetal decorre principalmente da presença de glicosídeos cardíacos. A planta apresenta no mínimo
cinco destes glicosídeos, alguns dos quais são similares à digoxina, cardenolídio extraído do gênero Digitalis
(Scrophulariaceae) e de extenso uso terapêutico no tratamento de insuficiência cardíaca (Ellenhorn & Barceloux, 1988).
Insuficiência cardíaca é o termo médico referente as situações onde o coração não está capacitado a manter as necessidades
circulatórias do organismo. Existem diversas causas e formas desse fator, onde o uso terapêutico da digoxina tem ação de
aumentar a força da contração cardíaca, é como se acelerasse o músculo para bombear sangue, quando bombeamento se
torna ineficiente.
ALGUNS DOS SEUS BENEFÍCIOS DE ACORDO COM A MEDICINA POPULAR:
Elimina gordura localizada; Combate celulite; Reduz os níveis de colesterol;
Depurativo; Diminui a fome; Alivia a compulsão por doces; Regula o intestino,
previne hemorróidas.
CONTRA INDICAÇÕES DE ACORDO COM A MEDICINA POPULAR:
Problemas cardíacos; Problemas urológicos; Problemas gastrointestinais; Problemas Hepáticos; Gravidez ou
amamentação; Idosos; Crianças; Alérgicos; Portador de qualquer convalescência; Fazer uso com outros produtos de dieta
ou medicação.
O USO DE NOZ DA ÍNDIA NA MEDICINA POPULAR COMO EFICIENTE AUXILIAR NA PERCA DE PESO E CONTROLE DA
OBESIDADE.
É necessário conhecer alguns aspectos sobre a medicina popular e uso das plantas para o tratamento alternativo de
algumas doenças. "A história do uso de plantas medicinais tem mostrado que elas fazem parte da evolução humana e foram
os primeiros recursos terapêuticos utilizados pelos povos. As antigas civilizações têm suas próprias referências históricas
acerca das plantas medicinais e, muito antes de aparecer qualquer forma de escrita, o homem já utilizava as plantas e, entre
estas, algumas como alimento e outras como remédio. Nas suas experiências com ervas, tiveram sucessos e fracassos,
sendo que, muitas vezes, estas curavam e em outras matavam ou produziam efeitos colaterais severos. (...). Entretanto uso
de plantas com fins terapêuticos, sem orientação apropriada, é fator de preocupação que deve ser considerado pelos
agentes sociais do setor de saúde, bem como por aqueles envolvidos na educação para a saúde, dada a incidência de
espécies com registro de toxicidade e contra indicações de uso. Assim, como as plantas são remédios poderosos e eficazes, o
risco de intoxicação causada pelo seu uso indevido deve ser sempre levado em consideração. A observância das dosagens
prescritas e o cuidado na identificação precisa das espécies utilizadas podem evitar uma série de acidentes. A falsa ideia de
que tudo o que é “natural é bom” ou, mais especificamente, como indicado pelos entrevistados, de que “planta não faz mal à
saúde”, deve ser esclarecida pelos profissionais de saúde. A partir do cruzamento das informações obtidas junto à população
(...) com dados bibliográficos, pode-se averiguar que aproximadamente 80% das plantas citadas como de uso terapêutico,
apresenta algum tipo de toxicidade ou contra indicação de uso. Vale salientar que esta porcentagem pode estar subestimada
em virtude de não haver informação disponível para várias das espécies citadas. A ausência de informação não
necessariamente significa ausência de toxicidade ou contra indicação, mas pode estar associada à falta de estudos a esse
respeito. Dentre as espécies com indicação de toxicidade ou contra indicação de uso, ressaltasse que aproximadamente
26% constam na literatura como abortivas e/ou não recomendadas durante a gravidez ou lactação, por exemplo: Erva doce
(Foeniculum vulgare Mill); Alecrim (Rosmarinus officinalis L.).” ( TOMAZZONI, Marisa I.; NEGRELLE, Raquel R. B.; CENTA,
Maria de Lourdes. FITOTERAPIA POPULAR: A BUSCA INSTRUMENTAL ENQUANTO PRÁTICA TERAPÊUTICA.
No assunto de saúde mundial, a obesidade tem se destacado, com necessidade urgente de novos caminhos para
soluções definitivas desse grave problema. Hoje a obesidade é vista pela Organização Mundial de Saúde como um mal
crônico e crescente. Através de pesquisas, afirmam que a obesidade mata 2,8 milhões por Ano. Hoje, 12% da população
mundial é considerada obesa. Os dados divulgados pela OMS alertam para o aumento das doenças não contagiosas ligadas à
obesidade: diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares. Elas representam 2/3 das mortes no mundo.
Quando procurado na medicina popular, alternativas de tratamento para a obesidade, surge algumas sugestões como a Noz
da Índia, que de acordo com depoimentos é uma semente com importante ação emagrecedora. São inúmeros as pessoas
com obesidade, que já lançaram mão daquelas 'fórmulas ou coquetéis emagrecedores', que segundo depoimentos,
pesquisas e relatos na literatura médica, os efeitos colaterais desses 'tais coquetéis' são devastadores, pois interferem no
sistema nervoso central, viciam e causam grandes transtornos aos usuários, ultimamente o uso vem sendo coibido através
de agentes reguladores da área de saúde. Ao ler numa bula os efeitos colaterais da maioria dos medicamentos, qualquer
usuário fica assustado com as inúmeras informações sobre os possíveis efeitos colaterais indesejados e até mesmo de morte

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